Escrevendo o post de ontem lembrei de uma foto que eu ainda não tinha publicado no blog. Acho que fiz esse registro em 2010, por volta de setembro, talvez. Passando pela praça Agripino Grieco, avistei o letreiro da antiga Casa Mattos e experimentei um instante de imensa alegria, pois essa papelaria é mais um dos lugares de que mais sinto falta no bairro. Infelizmente, no instante seguinte entendi que não se tratava da volta da Casa Mattos. Era só a Ricardo Eletro trocando o letreiro.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Quem se lembra da Casa Mattos?
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Renata
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8:30:00 AM
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terça-feira, 1 de maio de 2012
Só acredito vendo (um filme)
Dentre o que conheci e deixou de existir no Méier, uma das coisas que mais me fazem falta é o Art-Méier. Era ótimo ter um cinema por perto, acessível a pé e com ingresso barato. Sobretudo, era ótimo ter por perto um cinema de verdade - e não uma mera sala. O Art-Méier, na rua Silva Rabelo, tinha capacidade para mais de 600 pessoas (incluindo o balcão no segundo andar) e história para além do telão: foi inaugurado em 24 de maio de 1957. Quarenta anos depois, em setembro de 1997, passou pela primeira grande reforma. Com a ajuda da prefeitura, em uma tentativa de atrair de volta o público que passava a preferir as salas de cinema nos shoppings, o grupo Art-Filmes restaurou o espaço mantendo a arquitetura e a decoração originais, mas substituindo tela, poltronas, projetor, equipamentos de som, iluminação e refrigeração antigos por novos. O investimento, no entanto, não evitou que tempos depois o Art-Méier tivesse um final clichê, sendo transformado em igreja.
O Bruni Méier, que funcionava na avenida Amaro Cavalcanti, retratado por Sérgio Lima em 1989 para o jornal O Globo. Mais informações sobre a imagem podem ser encontradas no fotolog Zona Norte. Além do Bruni, os outros antigos cinemas do Grande Méier contemplados pelo projeto da prefeitura são o Santa Alice, no Engenho Novo, e o Cachambi.
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Renata
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5:28:00 PM
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sexta-feira, 22 de abril de 2011
Malditos transportes públicos
Uma sugestão para o Boninho: no próximo BBB, quando planejar as provas de resistência, crie uma na qual, durante uma semana, os brothers tenham de deixar o subúrbio pela manhã em direção ao Centro, com trajes formais de trabalho e fazendo uso dos meios de transporte públicos disponíveis. Nada de carro. Aquele que conseguir chegar ao destino, ao menos uma vez, sem ter os cabelos desgrenhados, a roupa amarrotada, a maquiagem derretida – no caso das sisters –, e ainda conservando o aroma de frescor do banho e o bom humor intacto leva a liderança e o lançamento da Fiat naquele ano. É ou não é a prova perfeita para ser patrocinada por um fabricante de automóveis?
Não sei de todos os destinos, então falarei por mim. Quem mora na Zona Norte e trabalha no Centro tem a certeza de dois longos momentos de suplício diário: a ida para o trabalho e a volta para casa em horário de rush. Tente o ônibus, o trem, o metrô, o transporte pirata. Nenhum será minimamente satisfatório. Esta semana, uma comissão da Alerj descobriu algo que estamos exaustos de saber: suburbano é transportado pelo metrô como se fosse gado. Uma equipe de reportagem do Bom Dia, Rio acompanhou a viagem feita da estação Carioca à Pavuna, por deputados estaduais e inspetores, no fim da tarde de terça-feira. Por volta dos 2min07seg do vídeo, com o olhar desolado, a gravata levemente torta e os cabelos grudados na testa de tanto suor, o deputado Pedro Fernandes, presidente da tal comissão, afirma que se o Metrô Rio não apresentar uma solução, a Alerj irá propor a cassação da concessão do serviço. Aguardemos. Mas sentados, pois em pé e espremidos já basta dentro dos vagões do metrô.
Sugiro agora à Câmara Municipal do Rio de Janeiro seguir o exemplo da Alerj e dar uma olhada nas nossas linhas de ônibus. Adianto o que encontrarão: veículos lotados, passageiros indevidamente sentados em assentos preferenciais, motoristas mal-educados e ausência de ar condicionado, não obstante nosso calor africano. Dispomos de apenas uma linha refrigerada: o 1051 da Matias, que, embora cobre uma das tarifas mais caras (sete reais para termos motorista cortês, ar condicionado e poltrona confortável do Engenho de Dentro ao Castelo) do município, está a cada dia mais disputado.
Veja o que me aconteceu na última quarta-feira, caro cúmplice suburbano. Às sete e meia da manhã, estava eu a postos no ponto de ônibus em frente ao Prezunic da Dias da Cruz. Era a quinta pessoa na fila, o que indicava que um frescão passara há não muito tempo. Por volta das sete e quarenta e cinco, um ônibus chegou com apenas três lugares disponíveis. Normal. Recorrente, eu diria. Já me aconteceu outras vezes e se, nesse dia, eu não tivesse me atrasado cinco minutos para sair de casa, certamente teria conseguido embarcar. Mas não foi o que aconteceu, então segui esperando. Esperando, esperando, pacientemente esperando. Era agora a segunda pessoa da fila, portanto as chances eram grandes. Só que o frescão seguinte passou meia hora depois, às oito e quinze, e já lotado.
Naquele momento, a fila para o 1051 reunia mais de vinte passageiros, contados por alto. O rapaz à minha frente desistiu de esperar. Com isso, era eu agora a primeira da fila. Aguardar ou não aguardar?, eis a questão. Calculei que o próximo frescão não chegaria antes das oito e meia e, sendo assim, eu completaria uma hora de espera. O dia estava fresco quando cheguei ao ponto de ônibus e, àquela hora, o sol já começava a se tornar inconveniente. Além disso, tinha de estar no trabalho às nove. Por isso, decidi que o melhor seria tomar o primeiro ônibus que me servisse, fosse qual fosse.
Bom, quis o destino que fosse um 247 obviamente cheio e que, dois pontos adiante, ele tivesse de parar para recolher os passageiros do ônibus anterior, que quebrara. O resumo da história é o seguinte: viajei em pé, carregando minhas duas bolsas pesadas no lombo até a altura da Uerj, quando vagou um lugar e um homem gentil o ofereceu a mim. Cheguei ao escritório suada e mais de meia hora atrasada.
Por isso, morador da Zona Norte usuário dos transportes públicos, quando deixar o aconchego do seu lar para ir ao trabalho, na próxima semana, não se esqueça de, além do dinheiro da passagem ou do seu Rio Card, colocar na pasta lenço, pente, perfume, desodorante, abanador, espelho, sabonete, toalha e uma dose extra de paciência. Das boas.
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Renata
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1:58:00 PM
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Hibisco foi localizada
A Hibisco está na Rua Arquias Cordeiro, 356 (entre a Igreja Universal e Salgado Filho)
Os telefones são os mesmos e os sabores de Tortas, Doces, Salgados e/ou Kit Festas melhores ainda!
Agora só estamos nos dedicando a produtos da confeitaria. Não trabalhamos mais com refeições self-service.
O nosso foco é somente tortas e festas.
Tel.: 2583-9216 / 3899-1341 / 3988-8301 / 9652-8747
Divulgue aí por gentileza.
Um abraço.
Grata.
Marcia
Então é isso, não perdemos a Hibisco. Ela só mudou um pouco de perfil e de endereço.
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Renata
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3:18:00 PM
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'Tapas & Beijos'
No programa que a Globo estreia hoje à noite, as personagens de Andrea Beltrão e Fernanda Torres são moradoras do Méier, onde dividem um apartamento, e vão de ônibus para o trabalho, uma loja que aluga vestidos de noivas e vende artigos para cerimônias de casamento, em Copacabana. Vejamos o que vem aí.
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Renata
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10:02:00 AM
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