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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mais uma yogo

Apesar da demora, parece que vai. Deixando o Méier rumo ao Centro, hoje pela manhã, passei em frente ao local onde abrirá uma franquia da Yogofresh. A porta estava parcialmente levantada, então aproveitei para lançar uma espiadela lá para dentro. Vi que a loja está ganhando forma.

Tive a impressão de que a inauguração ainda leva um tempinho, mas a futura loja, na rua Dias da Cruz, 111 (próximo à recém-instalada Lecadô), já consta do site da marca.

Aguardemos.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Dropes

# No último sábado, teve novamente gravação da novela Passione no Encantado, com Cauã Reymond. Desta vez não tenho fotos.


# Em plena reforma, a padaria Rainha do Méier terá seu letreiro substituído. O antigo, que estava lá desde que eu me entendo por gente, já foi retirado há alguns dias. Um mito que cai por terra.

# Comentaram no blog que o Hibisco não acabou, mas mudou de endereço. Alguém sabe disso? Tenho pesquisado, mas até agora não encontrei nada. É uma estratégia um pouco estranha essa de fechar a loja, tirar o site do ar e não avisar nada.

# Recomendo o Rio's Gourmet, que abriu há alguns meses onde antes era o Sindicato do Chopp (rua Ana Barbosa, 36), no Baixo Méier. É certamente o melhor restaurante a quilo do bairro.

sábado, 21 de agosto de 2010

Um viva para a Yogofrutte

O contraste entre as longas semanas de inatividade e a incontinência bloguística de ontem deve ter causado estranhamento nos dois ou três leitores mais assíduos. É que estou de férias no trabalho! O que, na prática, significa mais tempo disponível para empregar em obrigações de outras naturezas. Mas já era hora de empilhar as bolas de feno que rolam a esmo neste recinto. Tenho uma lista de assuntos a postar que só faz crescer. E ela não diminuirá por conta própria.

Um dos tópicos anotados na minha lista é a Yogofrutte. Ou, mais especificamente, minhas impressões sobre ela. Hoje, por sinal, faz um mês que a loja foi inaugurada, na Galeria Oxford, e nesse ínterim tive oportunidade de reunir impressões o suficiente. Porque virei cliente, por variados motivos.

Sou uma quase viciada em leite e seus derivados. Amo sorvete. Por conseguinte, essa moda do frozen yogurt muito me atrai. E a Yogofrutte é uma loja simpática: ambiente bonito e agradável, funcionárias sempre atenciosas e frozen yogurt gostoso. Já experimentei quase todos os sabores (natural, jaboticaba, frutas vermelhas e misto de natural com jaboticaba), à exceção do de chocolate. Apresentei a loja à minha mãe e meu irmão, que também gostaram.

Para ser sincera, gostaria de ter algum ponto negativo para comentar. Faria com que me sentisse mais à vontade, porque, a quem me lê, pode parecer que estou babando ovo da loja, fazendo propaganda, sei lá. Mas não se trata disso. De fato, sempre fui bem atendida lá e esse é um aspecto primordial para mim. Fujo dos estabelecimentos onde clientes não recebem o tratamento adequado, seja por qual motivo for. Sou chatíssima com isso. Poderia mencionar o preço, mas frozen yogurt não é uma sobremesa exatamente barata em lugar algum. E comparar com um sorvete do McDonald's ou do Bob's, por exemplo, seria confundir alhos com bugalhos. Então, esqueçamos esta última parte.

Nessas férias, estive na Yogofrutte algumas vezes e sempre saí de lá feliz. Hoje mesmo garanti mais uma carimbada no meu cartãozinho da loja, que já está preenchido além da metade. Quando se chega ao décimo, ganha-se um frozen yogurt pequeno com três toppings. Imagino que esse será o mais gostoso de todos.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Chegou a Lecadô

Já repararam uma coisa? O comércio do Méier está aquecido como há muito não acontecia. Quando eu era criança, aqui tínhamos Kopenhagen, Sapasso, Casa Mattos, Sloper, Mesbla, Lobrás, Pernambucanas e uma infinidade de outras lojas que no momento não me ocorrem. Das que citei, só Kopenhagen ainda existe. E entre todas essas, as que mais me deixaram saudade foram Mesbla e Casa Mattos.

Tenho até hoje uma blusa comprada na Mesbla: um tomara-que-caia preto com detalhes prateados. Já me vestiu em muitas idas a aniversários, boates, casamentos, festividades em geral, sempre com sucesso. Para os mais íntimos, revelo com discrição: "Comprei na Mesbla". A Marisa que lá está, no mesmo endereço, não a substitui bem, na minha opinião. Não gosto da qualidade nem das cores das roupas, de modo geral. Tá, eu sei, é roupa de loja de departamentos, é fast fashion, mas a Mesbla era muito melhor, isso é inegável.

Ora, pois, pois, mas vamos deixar o saudosismo inútil pra lá, porque o propósito deste post é falar de novidade. Como eu ia dizendo dois parágrafos atrás, o comércio do Méier tem estado bastante aquecido. A todo momento surgem novas lojas. Nos últimos meses vimos chegar Brasil Cacau, Geneal, Subway e, esta semana, Lecadô.

O endereço da nova loja ainda não está no site da rede, mas é fácil achá-la. Ela fica exatamente onde, até pouco tempo atrás, funcionava o Beco, na Dias da Cruz, ali na altura da subida para a Hermengarda. Ou seja, perdemos uma doceria, mas ganhamos outra. O Beco tinha muitos fãs e, certamente, deixará saudades, mas pelo menos teve mais sorte do que a Mesbla. Foi substituído à altura.

Lecadô
Rua Dias da Cruz, 111 - loja B
Méier
2592-5651
http://www.lecado.com.br/

terça-feira, 20 de julho de 2010

Yogofrutte inaugura amanhã

O Méier está a algumas horas de ganhar sua primeira loja de frozen yogurt. Apesar do nome importado, acho que nem precisaria explicar a sobremesa, que já está na boca de todo mundo, mas não custa. Vai que alguém ainda não conhece.

O frozen yogurt é como um sorvete, só que mais saudável. Além de ser feito de iogurte, leva menos gordura em sua composição. Por enquanto, aqui na região do Grande Méier, que eu saiba, é encontrado apenas nos shoppings. Ou melhor, era. Porque amanhã a Yogofrutte começa a funcionar no Méier Off-Shopping, popularmente conhecido como Galeria Oxford.

Notei a loja há dois finais de semana e como a obra me pareceu bastante adiantada fui à Galeria Oxford, no último sábado, para ver se já havia inaugurado, mas ainda não era hora.

Sempre fico muito animada quando novidades como essa surgem no nosso comércio e torço para que sejam boas e longevas. Já basta ter de enfrentar um shopping para poder, por exemplo, assistir a um filme no cinema ou visitar uma livraria.

Não sei se mais alguém pensa assim, mas, depois de uma época de vacas magras, tenho a impressão de que o comércio do Méier voltou a melhorar, felizmente. Nesse ponto, a Galeria Oxford tem dado de dez a zero no Shopping do Méier, cada vez mais às moscas, com tantas lojas fechadas. Seria tão bom para os moradores se todos aqueles espaços estivessem ocupados. Na minha opinião, quanto mais opções locais, melhor.

Yogofrutte
Méier Off-Shopping
Rua Dias da Cruz, 188 - loja 134
Méier

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Tarde produtiva e novidadeira

Não pensei que minha tarde de bateção de pernas no Méier seria tão produtiva. Tanto que nem me lembrei de fotografar, como havia prometido no post anterior, excusez-moi.

Levei livros para um sebo na Pedro de Carvalho e deixei em uma calçada um par de sapatos que não tive coragem de oferecer a ninguém, mas que ainda podem ser úteis a alguém. Também levei um terno do meu Parzinho (que, diferente de mim, não teve moleza hoje e foi trabalhar) para a lavanderia e aprendi a diferença entre lavagem a seco e normal, com água.

Sempre me causou espécie essa história de lavagem a seco. Perguntei e a moça da loja me explicou que esse método é mais como uma higienização. Alguns tecidos não podem ser lavados com água, então são limpos com vapor.

Comprei saladas de frutas no Tuti Fruti para abastecer minha geladeira. Um tempo atrás eu não gostava do Tuti Fruti. Frescura minha, é o melhor horti-fruti das redondezas, sabe facilitar a nossa vida. Como pessoa que trabalha, estuda e não tem empregada, sou totalmente adepta dos legumes já higienizados, descascados e picados. Com a salada de frutas minha relação é ainda mais séria, sou dependente. Adoro. As frutas estão sempre perfeitas.

Minha tarde no Méier também foi de experiências novas. Fui pela primeira vez à Corpus Depilação e fiz as sobrancelhas. Tive muita sorte, não esperei nadinha. A recepcionista me entregou o kit com luvas, palito e pinça descartáveis e, assim que me sentei para aguardar minha vez, a depiladora chamou meu nome. Não tive nem oportunidade de tirar da bolsa o livro que levei para ler enquanto esperasse.

Tenho meu pé atrás com esses lugares desde que algumas pessoas me avisaram que a cera da Pello Menos é reaproveitada. Nojo, nojo, nojo supremo. Mas na Corpus parece que não tem nada disso, não, várias vezes já haviam me recomendado ir lá. Fiquei satisfeita com o atendimento, todas foram muito atenciosas. Como era a primeira vez que lá ia, tive 20% de desconto.

Depois fui conhecer o Subway do Méier. Foi outra experiência nova, inclusive porque decidi experimentar um sanduíche que nunca havia comido. Não pude pedir meu pão favorito, o integral com aveia, porque só tinha o pão com parmesão. Paciência. Escolhi o sanduíche de peito de peru e montei como de costume. Ficou bom, mas o de almôndegas continua sendo o meu preferido.

Achei que a atendente não se esforçava nem um pouco para ser simpática, mesmo com a loja vazia. Fiquei pensando se isso não seria um problema do Subway, já que o do Centro, onde almoço vez por outra, tem uma caixa super seca. Mas depois lembrei que não é privilégio do Subway, esse é um problema do Rio de Janeiro em geral. Nessa cidade, quem lida com o público nem sempre faz questão de demonstrar cortesia. Pergunte para um paulista, por exemplo, se ele se sente bem tratado pelos funcionários do comércio no Rio.

Enfim, depois comento melhor minhas impressões do Subway e também da Geneal. Por agora já escrevi demais e pretendo bater perna na Dias da Cruz de novo. Quero ver se acho os camelôs que vendem aqueles lindos lenços coloridos. Desejem-me boa sorte, porque a essa hora as calçadas estão insuportavelmente lotadas e eu não nasci equipada com o dom da paciência.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Comida di Buteco

Já que o assunto é comida, vale lembrar que por esses dias começou a terceira edição carioca do Comida di Buteco. O concurso vai até 27 de junho e 31 bares estão concorrendo. Dois são aqui da nossa região, o Bar da Amendoeira, que fica em Maria da Graça, e o Cachambeer, do... Cachambi, por supuesto.

No primeiro, o tira-gosto concorrente é o Show de Bola: bolinho de bacalhau com camarão, acompanhado de molho de maionese com salsinha. Já o segundo entrou na disputa com o Explode Cabritão: cabrito no bafo temperado em ervas finas e servido na chapa, acompanhado de farofa amarela, de alho torrado e açafrão e molho especial com maionese.

Jurados e clientes votam no concurso. Em cada um dos 31 bares participantes há urnas e os quesitos que estão em jogo são petisco, atendimento, temperatura da bebida e higiene. O resultado será anunciado dia 17 de julho, na festa Saideira, na Cidade do Samba. Na data, todos os tira-gostos serão preparados e haverá shows de Roberta Sá e Moacyr Luz.

Bar da Amendoeira
Rua Conde de Azambuja, 881 – Lojas A e B
Maria da Graça
2501-4175

Cachambeer
Rua Cachambi, 475
Cachambi
2501-8465
http://www.cachambeer.com.br

Em obra para melhor atender-nos

Sabe o Tsuki, o japa no Baixo Méier? Baixou as portas, mas é temporário. Ontem liguei no delivery para perguntar se o restaurante tinha acabado e informaram que está fechado apenas para obras. Deve reabrir dentro de uma semana.

Espero que estejam aproveitando o interlúdio para treinar melhor os funcionários, que embora atenciosos podem ser bastante enrolados. Mas isso é assunto para outro post. Prefiro esperar o restaurante reabrir e voltar lá para tirar a prova.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Subway Méier

Só pra avisar que o Subway do Méier já está em atividade. A lanchonete fica na rua Dias da Cruz, 74. É ao lado da loja Avelã que tem ao lado do McDonald's da praça Agripino Grieco.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

É Subway, sim, senhor

A suspeita de que falei no post anterior se confirmou hoje à noite. Passei em frente à loja e o letreiro estava lá, descoberto, aceso, todo lindão. Em alguns dias abrirá um Subway aqui no Méier, quase ao lado do McDonald's da praça Agripino Grieco. Apenas a loja Avelã os separa.

E agora que o Méier está ficando crescidinho, toda hora ganhando uma lojinha bacana, bem que alguém poderia se animar a nos devolver os nossos cinemas, não acham?

Subway no Méier? É isso mesmo?

Não, ainda não é uma estação de metrô, mas a menos que eu tenha inferido muito mal o formato do letreiro por baixo do plástico preto, o Méier está prestes a ganhar uma unidade do Subway. Ela fica uma loja antes (ou uma loja depois, depende do sentido em que se vai) do McDonald’s da praça Agripino Grieco.

Passei pelo lugar no sábado à tarde e as obras me pareceram bastante adiantadas. A inauguração deve ser para breve. Ou seja, ainda nem tive a oportunidade de conhecer a loja da Geneal que abriu recentemente no Méier Off-Shopping e já tem mais uma novidade surgindo.

Adoro o Subway e torço para que essa unidade no Méier se mantenha bonita, limpa e bem cuidada, como é a loja do MegaMatte na Galeria do Oxford, outra de minhas redes favoritas. E acaso algum empreendedor esteja nos lendo, não custa tentar: que tal agora uma Pizza Hut, um Outback e uma Livraria da Travessa por estas paragens?

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Panetteria concorre em concurso. Vamos votar?

Nove chefs padeiros da cidade foram convidados a criar o "Pão de Açúcar do Rio", em um concurso que pretende eleger nosso mais novo ícone gastronômico. Entre os concorrentes está o chef Evaldo Rodrigues, da Panetteria, única representante da Zona Norte na competição.

No último dia 24, um juri composto por jornalistas, conhecedores da área de gastronomia, chefs de cozinha, formadores de opinião e cariocas ilustres foi apresentado ao vivo, a cores e sabores - e avaliou - as criações dos chefs padeiros em um evento fechado no Pão de Açúcar. Mas nós, do público, também podemos meter a colher nessa eleição. Só que pela internet.

No site do bondinho, há um formulário com as fotos dos pães e, se você quiser votar, clicando aqui vai direito para a página. Mas se apresse, porque o resultado já sai na próxima segunda-feira, 1º de março, aniversário da cidade.

O pão que sair vitorioso da disputa terá sua receita, devidamente assinada por seu criador, reproduzida em padarias pré-selecionadas pelo Sebrae. Também será comercializado no Pão de Açúcar e utilizado em eventos no Morro da Urca. O concurso "Pão de Açúcar do Rio" é organizado pela Cia. Caminho Aéreo Pão de Açúcar, pelo Sebrae RJ e pela jornalista Alice Granato.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O japonês do Méier

[Esse restaurante não existe mais no Méier!!!]

Até bem pouco tempo atrás, somente um dentre os restaurantes do bairro era recebedor do meu apreço gastronômico verdadeiro. O Príncipe da Arábia, que fica na região chamada de Baixo Méier, é um lugar onde almoço por prazer. É o tipo de restaurante que me faz sair de casa com gosto, bem diferente daquelas opções aonde se vai por total falta de opção, apenas para atender a uma necessidade protocolar de nosso estômago. É dessa segunda maneira que classifico a maior parte dos restaurantes do Méier, com seus cardápios tediosamente assemelhados na oferta de pratos gordurosos e saladas sem gosto. Tudo muito igual e sem graça, às vezes com muito sal.

Se eu fosse adepta de churrascarias, poderia contar com a Cometa do Sul, onde as carnes são servidas farta e dinamicamente, mas não é o caso. De fato, o único restaurante local que casava perfeitamente com o meu gosto era o Príncipe da Arábia. Já me referi a ele aqui no blog, em algumas oportunidades, mas sempre superficialmente. Esse restaurante merece um post só seu, mas ficará para outro momento. (Quem quiser endereço ou telefone de lá pode clicar em Comes & Bebes, logo abaixo do cabeçalho). Por ora, gostaria de comentar uma descoberta recente.

Muitos ainda não sabem que no fim do ano a onda dos restaurantes japoneses, finalmente, alcançou o Méier. O Tsuki Japanese Bar abriu suas portas na rua Tenente Cerqueira Leite, 16 (fica quase em frente ao bar Reza Forte). Curioso que, no primeiro semestre do ano passado, perguntei em uma enquete aqui no blog que tipo de restaurante os moradores gostariam que houvesse no bairro. A opção japonês foi a segunda mais votada, perdendo apenas para vegetariano/natural.

Confesso que não esperava a chegada de um japa ao bairro e fiquei animada com a novidade. No último fim de semana, estive lá para o almoço e gostei muito mesmo do lugar. No cardápio, que pode ser consultado no site do restaurante, há rodízio e combinados, mas fiquei com as porções. Experimentei Hot Philadelphia, sushi de atum, sashimi de salmão e de atum grelhado e yakissoba de camarão. Tudo muito saboroso. Além disso, as peças de Hot Philadelphia eram das mais caprichosas que já vi.

Chamou minha atenção o fato de o Tsuki estar totalmente vazio quando cheguei. Enquanto estava lá, mais dois clientes apareceram. Lamentei a baixa frequência com meu irmão, que já fora lá para jantar. Ele me contou que, na ocasião em que estivera no restaurante, o japonês era o mais vazio do Baixo Méier. Especulamos que o local ainda não foi suficientemente divulgado e que talvez os frequentadores daquela área tenham preferência por estabelecimentos com outro perfil.

Uma pena se não houver público para o restaurante, pois o ambiente é espaçoso, agradável e o Tsuki é filho único no Méier. Por isso, se você é fã de comida japonesa, vale a pena conhecer o local, que só não abre às segundas-feiras. Quanto mais diversificadas forem as opções gastronômicas do nosso bairro, mais bem servidos estaremos nós, os moradores.

Tsuki Japanese Bar
Rua Tenente Cerqueira Leite, 16
Baixo Méier
2591-6717 (restaurante)
2208-1065 (delivery)
http://www.tsukibar.com.br/

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Corre corre na Estação

Fazia o tradicional maior calor africano dos últimos cinquenta anos, no Méier (assim como em todo o Rio de Janeiro), no último sábado. Mesmo correndo o risco de esturricar na calçada sob o sol que nos fritava os miolos já pela manhã, saí para o meu habitual passeio de flâneuse pela Dias da Cruz e adjacências. Eu e metade do bairro, diga-se. Parece que “quem mora no Méier não ‘bobéia’” e não teme sauna ao ar livre.

Um calor sufocante, um sol de pedir arrego. Parei na Estação do Pão para o meu primeiro café da manhã na padaria após a reforma. Na área para lanches, além de banquinhos no balcão, agora há seis mesinhas com cadeiras para doze comensais. Àquela hora, a frequência era alta. Mesmo assim, consegui um lugar; pedi um suco de manga e um pão de queijo daqueles grandões, típicos de padaria.

Pão de queijo grandão de padaria lembra minha infância. Quando eu era criança, meu pai costumava comprar-me desses para o café da manhã do fim de semana. Foi o primeiro a que fui apresentada, só mais tarde conheci aqueles tipo Forno de Minas ou Casa do Pão de Queijo. Embora fossem grandes e eu, pequena, devorava os tais pãezões sem maiores problemas, porque eram ocos, não pesavam quase nada. Mas não o da Estação do Pão. O pãozão de queijo da Estação é maciço, alimenta uma família de quatro pessoas, fato esse que eu desconhecia.

Pois então estava eu, sentada à uma das novas mesinhas da padaria, me recompondo do calor, saboreando meu pãozinho e bebericando meu suco de manga, quando ouço gritos e percebo movimentos assustados. Em resumo, um princípio de alvoroço causado pela presença de... um rato! Detalhe, daqueles bastante bem nutridos.

O Mickey era ligeiro, com a mesma agilidade com que aparecera, escafedeu-se. E isso me assustou tanto ou mais do que seu súbito surgimento. Meu pão de queijo ficou insosso na mesma hora. Terminei de beber o suco e saí. Alguém reclamou que para evitar ratos é preciso dedetizar, o que um funcionário informou que fora feito na semana anterior. É aquela história, rato pode aparecer em qualquer lugar, mas eu prefiro que seja onde e quando eu não estiver.

Apesar do calor e do Xaropinho da véspera, dei um voto de confiança à Estação do Pão e no domingo fui, mais uma vez, tomar café da manhã na padaria. Desta vez, sem sobressaltos – mas olhando para todos os lados o tempo todo, é verdade. Porque eu moro no Méier, não “bobéio” e não temo sauna ao ar livre, mas não divido meu pão de queijo com nenhum Topo Gigio, isso não!

sábado, 1 de agosto de 2009

Chapéu de Couro abre filial no Méier

Sabe aqueles botecos pé-sujo que pululam feito Gremlins aqui pela Zona Norte? Pois então, havia um, no início da Pedro de Carvalho, que fechou este ano e agora está sendo reformado para virar um restaurante Chapéu de Couro. Já tem carranca na entrada e tudo.

O Chapéu de Couro é um restaurante especializado na cozinha do Nordeste que funciona em dois lugares: no Pavilhão de São Cristóvão – a famosa Feira Nordestina – e também em Bonsucesso. Como o site [www.restaurantechapeudecouro.com.br] está em construção, não consegui garimpar mais detalhes, mas, pelo adianto das obras, a inauguração deve estar próxima.

Então, fica a dica pra você que é fã de cozinha nordestina, mora no Grande Méier e não tinha uma boa opção perto de casa.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O Barril já era. O Armazém Carioca vem aí

Nunca na história deste blog um item de busca direcionou tanta gente pra cá como o Barril 8000 Méier. E agora, o que será do meu contador de visitas? Well, well, well, fato é que muita gente ainda chega aqui procurando pela finada chopperia. Olha, o que digo a vocês é: o Barril não nos pertence mais.

Pessoalmente, nem posso dizer que esteja de luto. A grande verdade é que não devo ter pisado muito mais do que três vezes no Barril, para almoçar ou comprar comida, nunca à noite. Até gostei, na primeira vez, mas depois achei que a qualidade dera uma caída. Sinto falta, aqui no Méier, de lugares que ofereçam outras variedades de pratos. Na grande maioria dos restaurantes, a impressão que tenho é de que tudo é sempre mais do mesmo, seja self service ou la carte. Mudam as origens das expressões importadas, o sabor se diferencia bastante menos. É sempre churrasco, frituras, massas... Não há um restaurante de comida natural, outros tipos de cozinhas...

Mas aí o Barril virou Etnia Gourmet . Almocei lá na semana passada e estou atrasada para compartilhar minhas impressões. Buenas, estruturalmente, por assim dizer, o que notei de diferente foi a ausência do palco – o salão agora é totalmente ocupado por mesas – e a mudança nas cores – cadeiras pretas viraram brancas, se não me engano. As paredes são amarelas, combinando com as toalhas. A comida é boa, o que era de se esperar. Pelo que conheço da churrascaria Cometa do Sul (no Cometa Express nunca estive, mas tenho referências positivas), o dono do lugar sabe o que está fazendo e não desconhece que no subúrbio o povo é chegado a uma fartura.

Como a Rosana já adiantara em um comentário no post de 13 de julho, durante o dia o Etnia Gourmet funciona no esquema self service e, à noite, serve rodízio de pizzas. Rodízio não é muito a minha praia (só o do Príncipe da Arábia), então, dificilmente experimentarei a pizza do Etnia. Quem quiser contar o que achou, esteja à vontade.

E se você ainda não engoliu o fim do Barril, aqui vai o que talvez seja uma boa notícia: muito em breve você poderá afogar suas mágoas em um Armazém Carioca. O bar existe em Copacabana e agora uma filial está quase pronta para começar a funcionar em frente ao Manoel & Juaquim da rua Pernambuco, no Engenho de Dentro.

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Etnia Gourmet
Rua Dias da Cruz, 461 - Méier

Cometa do Sul
Rua Dias da Cruz, 443 - Méier

Príncipe da Arábia
Rua Constança Barbosa, 45 - Méier

Manoel & Juaquim
Rua Pernambuco, 384 - Engenho de Dentro

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Quem foi, foi

A relação do Barril 8000 com o Méier, realmente, não foi longeva. Comprado pelo dono da churrascaria Cometa do Sul, o lugar já recebeu seu novo letreiro: Etnia Gourmet. Falta saber quando a reforma termina e a nova casa inaugura.

Se der, amanhã posto fotinha de como está ficando a nova fachada.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Barril do Sul ou Cometa 8000?

Passando rapidinho só para avisar a quem chega aqui pesquisando sobre o Barril 8000 que o lugar está fechado para reformas. Segundo li no Zona Norte de ontem, a filial - inaugurada há quase um ano - foi vendida para o dono da churrascaria vizinha Cometa do Sul.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Panetteria: eu fui e voltarei

Adoro uma novidade e já estava deixando essa passar. Por isso, domingo fui descobrir o que a nova padaria, a Panetteria (esquina da Dias da Cruz com Leite Ribeiro), tinha de bom para o meu café da manhã. De cara, me agradou o ambiente clean: e bem iluminado. Segui para o fundo da loja, onde de fato fica a parte de padaria, mas dei uma olhada em volta, para conhecer o lugar. A adega anunciada no letreiro restringe-se a uma pouca quantidade e variedade de vinhos, mas não achei de todo grave. Com certeza, não será mesmo o carro-chefe da Panetteria. Mas vamos ao que realmente interessa: o pecado da gula. Em comparação com a Estação do Pão – minha referência de boa padaria no Méier –, a Panetteria é mais modesta, mas não considero que faça feio. Mesmo porque é preciso lembrar que a Estação já conquistou uma certa tradição no bairro.

Voltei para casa com pão e bolo integrais e um muffin de limão. A formiguinha que me habita adorou tudo, principalmente o muffin. Com certeza comprarei lá outras vezes e ainda pretendo experimentar os cafés e capuccinos (deste último, há quente e gelado). Ah, antes que me esqueça, é preciso destacar a simpatia e a cordialidade dos funcionários. Nem todo comerciante se preocupa com isso, mas, como consumidora, acredito que o bom atendimento seja uma das chaves para a prosperidade de um negócio.