segunda-feira, 25 de abril de 2016

Novo endereço

Este blog renasceu aqui.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Oportunidades de emprego no Prezunic

Não sei se interessa a alguém, mas hoje de manhã, passando em frente ao Prezunic da Dias da Cruz, vi um cartaz anunciando que eles estão contratando. Basta levar o currículo ao SAC da loja. As vagas e os cargos não estavam informados.

Da passarela da Estação do Méier


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Martinho da Vila em exposição no Imperator

Sábado passado, tentei conhecer o cinema do Imperator. Se não me engano, essa já foi minha terceira tentativa frustrada. Nas outras vezes, as opções em cartaz não me interessaram. Desta, o filme que eu queria ver estava com as sessões esgotadas.


Para não desperdiçar o passeio, fui visitar a exposição no segundo andar. Até agosto, o personagem da série Permanências é Martinho da Vila. Não curto samba, confesso (vai ver sou ruim da cabeça ou doente do pé), então o que mais me atraiu na mostra foram aspectos que não estão relacionados à discografia de Martinho. Gostei do acervo fotográfico - em especial de uma foto em que ele aparece ao lado de Silvio Santos ainda moço, uma imagem do homem do baú que eu nunca tinha visto.

Está também exposta uma fala em que Martinho comenta - demonstrando certa mágoa - o fechamento do bar que ele teve no shopping Iguatemi, em Vila Isabel. Segundo o compositor, o estabelecimento baixou as portas por incompatibilidades com a administração do shopping. Achei isso triste, não sabia que o motivo havia sido esse.

De tudo, o que mais gostei na exposição foi conhecer os livros favoritos de Martinho da Vila, lá expostos em um espaço que imita um bar. Não lembro de todos, mas há vários volumes de Machado de Assis, Incidente em Antares, de Erico Verissimo, e também títulos do próprio Martinho, entre muitos outros. As duas obras que mais me chamaram a atenção por estarem lá foram O capital e A privataria tucana, mas isso, provavelmente, porque por não gostar de samba, acabo sabendo quase nada sobre o compositor.

Mas uma coisa eu sei e posso compartilhar aqui: Martinho tem uma ligação antiga com o Méier. Quando ele tinha quatro anos de idade, seus pais, lavradores, se mudaram do município de Duas Barras para o Morro dos Pretos Forros, também conhecido como O Berço do Méier. Localizado originariamente no final da rua Camarista Méier, no Engenho de Dentro, o morro hoje se estende por diversos bairros da região. O lugar é lembrado por Martinho na música Quando essa onda passar, que aparece no álbum Brasilatinidade, de 2005. Esse post de 2009 comenta a ligação do sambista com o Méier.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Quem se lembra da Casa Mattos?

Escrevendo o post de ontem lembrei de uma foto que eu ainda não tinha publicado no blog. Acho que fiz esse registro em 2010, por volta de setembro, talvez. Passando pela praça Agripino Grieco, avistei o letreiro da antiga Casa Mattos e experimentei um instante de imensa alegria, pois essa papelaria é mais um dos lugares de que mais sinto falta no bairro. Infelizmente, no instante seguinte entendi que não se tratava da volta da Casa Mattos. Era só a Ricardo Eletro trocando o letreiro.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Só acredito vendo (um filme)

Dentre o que conheci e deixou de existir no Méier, uma das coisas que mais me fazem falta é o Art-Méier. Era ótimo ter um cinema por perto, acessível a pé e com ingresso barato. Sobretudo, era ótimo ter por perto um cinema de verdade - e não uma mera sala. O Art-Méier, na rua Silva Rabelo, tinha capacidade para mais de 600 pessoas (incluindo o balcão no segundo andar) e história para além do telão: foi inaugurado em 24 de maio de 1957. Quarenta anos depois, em setembro de 1997, passou pela primeira grande reforma. Com a ajuda da prefeitura, em uma tentativa de atrair de volta o público que passava a preferir as salas de cinema nos shoppings, o grupo Art-Filmes restaurou o espaço mantendo a arquitetura e a decoração originais, mas substituindo tela, poltronas, projetor, equipamentos de som, iluminação e refrigeração antigos por novos. O investimento, no entanto, não evitou que tempos depois o Art-Méier tivesse um final clichê, sendo transformado em igreja.


O Art foi o último cinema do Méier a sair de cartaz e, desde então, nunca mais tivemos nenhum outro por aqui. Rumores, sim, já houve vários. Alguns anos atrás, quando o Shopping do Méier passou por uma reforma, comentava-se que salas de cinema seriam inauguradas ali. Nunca aconteceu. A bem da verdade, o Shopping vem colecionando é espaços vazios no segundo andar. Vamos ver o que acontece agora que foi vendido para o Iguatemi.

Mas voltemos ao assunto cinema. Nessa tarde de feriado chuvosa, a mais fria do ano até agora, leio no jornal de bairro Zona Norte, publicado nO Globo do último domingo, 29 de abril, que a prefeitura está estudando a reativação de sete cinemas de bairro, entre eles o Bruni do Méier. Trata-se de um projeto de revitalização da Subsecretaria de Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design em parceria com a RioFilme. Segundo o subsecretário Washington Fajardo, o projeto é viável (clique aqui para ler a matéria completa) e o traçado da Transcarioca chegou a ser modificado para preservar o Cine Vaz Lobo. Talvez eu tenha me tornado descrente demais, mas só vou começar a levar fé nesse projeto quando sentir o cheiro de pipoca saindo da bombonière. Fiz uma pesquisa na internet, mas não encontrei nada. Certamente porque, como avisa a matéria, o projeto ainda não tem orçamento nem cronograma.

Independente do projeto, no bairro de Vaz Lobo, um grupo se dedica a conseguir a restauração e reinaguração do cinema que funcionava por lá e fechou no início da década de 1980. A história está nesse post do blog Memória e Patrimônio Histórico de Queimados.



O Bruni Méier, que funcionava na avenida Amaro Cavalcanti, retratado por Sérgio Lima em 1989 para o jornal O Globo. Mais informações sobre a imagem podem ser encontradas no fotolog Zona Norte. Além do Bruni, os outros antigos cinemas do Grande Méier contemplados pelo projeto da prefeitura são o Santa Alice, no Engenho Novo, e o Cachambi.




sexta-feira, 22 de abril de 2011

Malditos transportes públicos

Uma sugestão para o Boninho: no próximo BBB, quando planejar as provas de resistência, crie uma na qual, durante uma semana, os brothers tenham de deixar o subúrbio pela manhã em direção ao Centro, com trajes formais de trabalho e fazendo uso dos meios de transporte públicos disponíveis. Nada de carro. Aquele que conseguir chegar ao destino, ao menos uma vez, sem ter os cabelos desgrenhados, a roupa amarrotada, a maquiagem derretida – no caso das sisters –, e ainda conservando o aroma de frescor do banho e o bom humor intacto leva a liderança e o lançamento da Fiat naquele ano. É ou não é a prova perfeita para ser patrocinada por um fabricante de automóveis?

Não sei de todos os destinos, então falarei por mim. Quem mora na Zona Norte e trabalha no Centro tem a certeza de dois longos momentos de suplício diário: a ida para o trabalho e a volta para casa em horário de rush. Tente o ônibus, o trem, o metrô, o transporte pirata. Nenhum será minimamente satisfatório. Esta semana, uma comissão da Alerj descobriu algo que estamos exaustos de saber: suburbano é transportado pelo metrô como se fosse gado. Uma equipe de reportagem do Bom Dia, Rio acompanhou a viagem feita da estação Carioca à Pavuna, por deputados estaduais e inspetores, no fim da tarde de terça-feira. Por volta dos 2min07seg do vídeo, com o olhar desolado, a gravata levemente torta e os cabelos grudados na testa de tanto suor, o deputado Pedro Fernandes, presidente da tal comissão, afirma que se o Metrô Rio não apresentar uma solução, a Alerj irá propor a cassação da concessão do serviço. Aguardemos. Mas sentados, pois em pé e espremidos já basta dentro dos vagões do metrô.




Sugiro agora à Câmara Municipal do Rio de Janeiro seguir o exemplo da Alerj e dar uma olhada nas nossas linhas de ônibus. Adianto o que encontrarão: veículos lotados, passageiros indevidamente sentados em assentos preferenciais, motoristas mal-educados e ausência de ar condicionado, não obstante nosso calor africano. Dispomos de apenas uma linha refrigerada: o 1051 da Matias, que, embora cobre uma das tarifas mais caras (sete reais para termos motorista cortês, ar condicionado e poltrona confortável do Engenho de Dentro ao Castelo) do município, está a cada dia mais disputado.


Veja o que me aconteceu na última quarta-feira, caro cúmplice suburbano. Às sete e meia da manhã, estava eu a postos no ponto de ônibus em frente ao Prezunic da Dias da Cruz. Era a quinta pessoa na fila, o que indicava que um frescão passara há não muito tempo. Por volta das sete e quarenta e cinco, um ônibus chegou com apenas três lugares disponíveis. Normal. Recorrente, eu diria. Já me aconteceu outras vezes e se, nesse dia, eu não tivesse me atrasado cinco minutos para sair de casa, certamente teria conseguido embarcar. Mas não foi o que aconteceu, então segui esperando. Esperando, esperando, pacientemente esperando. Era agora a segunda pessoa da fila, portanto as chances eram grandes. Só que o frescão seguinte passou meia hora depois, às oito e quinze, e já lotado.


Naquele momento, a fila para o 1051 reunia mais de vinte passageiros, contados por alto. O rapaz à minha frente desistiu de esperar. Com isso, era eu agora a primeira da fila. Aguardar ou não aguardar?, eis a questão. Calculei que o próximo frescão não chegaria antes das oito e meia e, sendo assim, eu completaria uma hora de espera. O dia estava fresco quando cheguei ao ponto de ônibus e, àquela hora, o sol já começava a se tornar inconveniente. Além disso, tinha de estar no trabalho às nove. Por isso, decidi que o melhor seria tomar o primeiro ônibus que me servisse, fosse qual fosse.


Bom, quis o destino que fosse um 247 obviamente cheio e que, dois pontos adiante, ele tivesse de parar para recolher os passageiros do ônibus anterior, que quebrara. O resumo da história é o seguinte: viajei em pé, carregando minhas duas bolsas pesadas no lombo até a altura da Uerj, quando vagou um lugar e um homem gentil o ofereceu a mim. Cheguei ao escritório suada e mais de meia hora atrasada.


Por isso, morador da Zona Norte usuário dos transportes públicos, quando deixar o aconchego do seu lar para ir ao trabalho, na próxima semana, não se esqueça de, além do dinheiro da passagem ou do seu Rio Card, colocar na pasta lenço, pente, perfume, desodorante, abanador, espelho, sabonete, toalha e uma dose extra de paciência. Das boas.

terça-feira, 5 de abril de 2011

'Tapas & Beijos'

No programa que a Globo estreia hoje à noite, as personagens de Andrea Beltrão e Fernanda Torres são moradoras do Méier, onde dividem um apartamento, e vão de ônibus para o trabalho, uma loja que aluga vestidos de noivas e vende artigos para cerimônias de casamento, em Copacabana. Vejamos o que vem aí.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Tuti Fruti vai voltar

É amanhã, gente. O Tuti Fruti reabre às 9h. Passei em frente no sábado e uma faixa informava dia e hora. O letreiro novo já estava lá, todo bonitão.

Já era hora.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Recapitulando

Fiquei umas boas semanas sem dar as caras por aqui. Nesse ínterim, muita coisa aconteceu no bairro. Vamos ver do que lembro.

Abriu uma loja de roupas e acessórios no Shopping do Méier. Na Galeria Oxford (ou Méier Off-Shopping), a sapataria Glitter fechou, abriu uma loja de brinquedos e duas de bijuterias. Voltamos a ter uma Casa Pedro, agora do lado de cá. Finalmente saciei minha curiosidade em relação à longa obra ao lado da Marisa: abriu ali uma loja de vestuário jovem.

(Não mencionarei drogarias e laboratórios. Essa indústria da saúde me deixa doente.)

Esse tempo todo, no entanto, não foi suficiente para uma coisa: a reabertura do Tuti Fruti. No final de agosto, quando a reforma começou, perguntei e fui informada de que a obra duraria em torno de 40 dias. O ano virou e, até agora, nada. Devem estar erguendo ali dentro o palácio dos hortifrutis. Só isso justifica tamanha demora.

Apenas uma perguntinha

Precisamos mesmo de tantas drogarias na Dias da Cruz?

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Voltando...

... pra arrumar a casa.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

É hoje à noite

Sim, é uma vergonha que eu tenha sumido por tanto tempo do blog - principalmente no mês em que ele completa três anos em atividade. Várias novidades já ficaram velhas, mas o que fazer quando não sobra tempo? C'est la vie.

Hoje vim dar uma passadinha - antes que seja tarde - para lembrar que à noite o Méier será o Rio na tela da Globo. A série As cariocas estreou semana passada e o episódio A vingativa do Méier, com a Adriana Esteves, vai ao ar hoje à noite, depois do Casseta & Planeta.

Uma coisa legal é que, além do site da série, a Globo preparou um guia de episódios interativo. Clicando aqui você pode assistir a pequenos vídeos sobre os bairros que servem de cenário para o programa de Daniel Filho.

P.S. Mudando de assunto, já clicou aqui para responder à pesquisa de opinião da agência DSONE? O Mini MP3 Digital Shuffle com 2Gb e display LCD será sorteado dia 30. Boa sorte!

sábado, 25 de setembro de 2010

Sábado passado no MegaMatte do Nova América

Crédito das fotos: meu marido

Abre domingo

Véspera do Dia de Cosme e Damião é uma boa oportunidade para o comércio especializado em guloseimas faturar, certo? É o que fará a loja Reino das Festas, próximo à Sendas, na Dias da Cruz, que funcionará das 8h30 às 15h, neste domingo.

As Cariocas e eleições

Assisti a três vídeos sobre bastidores já disponíveis no site da série As Cariocas, que estreará mês que vem na Globo: um sobre "A desinibida do Grajaú", outro sobre "A traída da Barra" e o terceiro sobre "A adúltera da Urca". No final do vídeo sobre o episódio que se passa no Grajaú, aparece o ator Chico Tenreiro.

Não sei se vocês ligaram o nome à pessoa, Chico Tenreiro é um ator que mora no Méier e desde a década de 1980 faz participações em produções da Globo. Lembro-me de ter sido em 1993, quando eu tinha mais tempo disponível para passar diante da TV e acompanhava a segunda versão de "Mulheres de areia", que descobri que tínhamos um representante do Méier diante das lentes globais.

Sim, sei que existem outros nomes, até bem mais conhecidos, mas nesse quesito não estou considerando personalidades como Adriana Esteves e Fátima Bernardes, pois elas não vivem mais no bairro.

Mudando o rumo dessa prosa, hoje pela manhã Alessandro Molon estava panfletando na calçada da Dias da Cruz, na altura da Casa & Vídeo. Nestas eleições, foi o primeiro candidato que encontrei no Méier. Melhor assim, há gente que é preferível nem ver.

A propósito, vocês conhecem a origem da palavra candidato? Vem de cândida, veste branca usada na Roma Antiga para representar a pureza de intenções. Parece que algo ficou para trás no longo caminho traçado pela nossa civilização ocidental...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Passione e As Cariocas

Ficou difícil não escrever sobre televisão no blog, depois que a produção de Passione elegeu a região do Grande Méier como locação para a trama do envolvimento de Danilo - papel de Cauã Reymond - com drogas. Na manhã de hoje, Maitê Proença e Kayky Brito gravaram sob um viaduto a cena em que a personagem Stela enfrenta um traficante. As informações são do site Ego e estão aqui.


Mudando ligeiramente de assunto, a série As Cariocas, inspirada no livro homônimo de Sérgio Porto, ganhou um site. Nele estão as protagonistas dos dez episódios que marcam a volta do diretor Daniel Filho à TV. Há vídeos, extras e informações de bastidores.

Adriana Esteves viverá "A vingativa do Méier" e fará par com Ailton Graça, no episódio criado especialmente para a série, já que não existe no livro. Bárbara Paz também participará.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Uma translação da Terra depois

Em 20 de setembro de 2009, após algumas tentativas, a Secretaria Especial da Ordem Pública da prefeitura finalmente conseguiu que seu infalível choque de ordem demolisse um prédio que existia há décadas na confluência das ruas Dias da Cruz, Camarista Méier e Borja Reis, na fronteira do Méier com Engenho de Dentro. Na ocasião, abordei o assunto neste post, neste outro e ainda neste aqui. Também postei esta imagem, fotografada pela minha mãe.

Um ano mais tarde, olhando para o que resultou da ação da prefeitura, eu me pergunto: pra quê? O que os moradores ganharam com isso? Uma bela paisagem?


Crédito da foto: minha mãe

Pausa pra fofoca

Lembram do barraco de novela no Prezunic que presenciei e relatei em um post de 20 de agosto? Parece que o babado foi forte mesmo. Dias mais tarde minha mãe esteve no mercado e as operadoras de caixa ainda comentavam o episódio. Segundo elas, o pivô da confusão também era funcionário do Prezunic do Méier, mas foi transferido depois de apanhar da esposa dentro da loja. Que situação.


Falando em Prezunic, alguém sabe me dizer por que há clientes que insistem em desrespeitar o limite de 15 volumes por pessoa nos caixas rápidos? Vi isso no dia do barraco e mais uma vez ontem. Pode ser frescura minha, mas a verdade é que acho muita cara de pau.

Blitz no Mackenzie

A banda Blitz, atualmente formada por Evandro Mesquita (guitarra e voz), William Forghieri (teclado) e Juba (bateria), se apresentará no Sport Club Mackenzie, na noite de 23 de outubro, um sábado. O site do clube informa que o show está marcado para as 20h30 e que a partir das 18h30 os portões estarão abertos. A faixa estendida na fachada do Mackenzie, entretanto, anuncia o horário de 18h.

A secretaria do Mackenzie já começou a vender os ingressos, que têm três preços: R$ 20 (pista e arquibancada), R$ 30 (cada lugar na mesa) e R$ 40 (cada lugar no camarote).

Show da banda Blitz
23 de outubro - 20h30
Rua Dias da Cruz, 561 - Méier
Informações: 2269-0082 / 3579-8282 / 7714-4521